A Imprensa e a Filosofia Clínica

A Imprensa e a Filosofia Clínica

“O papel do jornal é definido pela natureza das fibras nele empregadas. Pode ter várias fontes, substratos e corantes diferentes e serve tanto para escrever quanto para embrulhar coisas. De qualquer forma, num sentido ou noutro, o que o faz tão popular é uma mistura ideal de realidades: é barato, prático e flexível. Mas seu poder de durabilidade não é simples, fácil ou rápido. Seja como for ou ao quanto pareça ser, à tudo que se chame de óbvio é possível ilusão ou filosofia. O que é a um não é a outro. A ilusão é doce ao diabético, a filosofia é músculo ao trabalho. Ao primeiro importa saber o que ele quer ouvir; ao segundo é preciso ouvir. É sobre isso que gostaria de falar…”

 

A Imprensa e a Filosofia Clínica

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